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11/09/2016

"campeonato de saltos de cachorros"

'Eslovênia tem campeonato de saltos de cachorros"

Veja imagens dos competidores em Kamnik.



A cidade de Kamnik, na Eslovênia, 
teve no sábado (10/09/2016) 
uma competição de 
saltos caninos na piscina.

"Veja algumas fotos dos competidores":
 

Eslovênia tem campeonato de 
salto de cachorros 
(Foto: Srdjan Zivulovic/Reuters)



Eslovênia tem campeonato 
de salto de cachorros 
(Foto: Srdjan Zivulovic/Reuters)


Eslovênia tem campeonato de 
saltos de cachorros 
(Foto: Srdjan Zivulovic /Reuters)



Eslovênia tem campeonato 
de saltos de cachorros 
(Foto: Srdjan Zivulovic /Reuters)


Eslovênia tem campeonato 
de saltos de cachorros 
(Foto: Srdjan Zivulovic /Reuters)


Eslovênia tem campeonato 
de saltos de cachorros 
(Foto: Srdjan Zivulovic /Reuters)



Eslovênia tem campeonato 
de saltos de cachorros 
(Foto: Srdjan Zivulovic /Reuters)


Eslovênia tem campeonato 
de saltos de cachorros 
(Foto: Srdjan Zivulovic /Reuters)


Eslovênia tem campeonato 
de saltos de cachorros 
(Foto: Srdjan Zivulovic /Reuters)


fonte e créditos dessa presente postagem: G1, em São Paulo

10/09/2016

Cachorro resgatado de celeiro perde quase 16 kg na 1ª tosa

Cachorro resgatado de celeiro perde quase 16 kg na 1ª tosa

Lazarus vivia confinado em celeiro nos Estados Unidos, até ser resgatado por grupo de voluntários, que tirou um 'casaco' de suas costas.Lazarus é da raça Cão da Montanha dos Pirineus 

//(Foto: Reprodução/Amanda Brooke Charsha-Lindsey/Facebook)

Um Cão de Montanha dos Pireneus, chamado Lazarus, foi resgatado de um celeiro nos Estados Unidos e retirou um "casaco" de quase 16 kg de pelos de suas costas, em sua primeira tosa em 6 anos, segundo o relato da voluntária Amanda Charsha-Lindsey em uma rede social.
Ela diz que o cachorro vivia confinado em um celeiro cheio de fezes até ser resgatado por Candice Skelton, que é tosadora, e passar aos cuidados do grupo de voluntários Big Fluffy Dog Rescue, especializado em cuidar de raças grandes, em Nashville, no Tennessee.
No total, 7 pessoas se envolveram na retirada de Lazarus da situação precária em que estava. Amanda relata em diversos posts a evolução do cachorro, que ficou quase irreconhecível depois da tosa e ainda tem dificuldades para socializar, mas já ganhou até bife no almoço. Amanda cuidará dele até que possa ser adotado por uma nova família.







Depois da tosa, Lazarus consegue andar com mais 
facilidade 
(Foto: Reprodução/Amanda Brooke Charsha-Lindsey/Facebook)



fonte: g1.globo

















19/03/2016

Repelente caseiro ajuda a afastar pulgas e carrapatos de animais



Repelente caseiro ajuda a afastar pulgas e carrapatos de animais

 

Produto leva 

capim de erva cidreira,  

álcool 70, 

vinagre, 

água 

cravo.


Repelente ainda ajuda a cicatrizar feridas causadas por esses parasitas.

A associação de altas temperaturas e umidade pode ser prejudicial para cães e gatos. 

Além do mal estar, o tempo quente também pode trazer outro tipo de incômodo: os parasitas. Essa época do ano é ideal para a proliferação de pulgas e carrapatos.

E quem tem bicho em casa, sabe o quanto as pulgas atrapalham a vida dos animais. Para prevenir o problema, a estudante de farmácia Alessandra Diamante, de Paranavaí, no noroeste do Paraná, ensina a fazer um repelente caseiro.
O produto é barato e os produtos utilizados são naturais, o que não agride os animais. A receita caseira também tem alguns ingredientes que ajudam na cicatrização das feridas.
Repelente deve ser passado a cada uma hora (Foto: Reprodução RPC  Noroeste) 
Repelente deve ser passado uma vez por dia em
cães e gatos (Foto: Reprodução RPC Noroeste)
Repelente caseiro


Ingredientes

1)  Capim de erva cidreira ou citronela
2)  200 ml de álcool 70
3)  200 ml de vinagre branco
4)  600 ml de água
5)  Cravo

Modo de fazer:


Bata todos os ingredientes no liquidificador

Os itens precisam ficar bem triturados.

Logo depois, insira o produto em um borrifador. 

Não é necessário coar.


Recomendação

O veterinário João Elias Cabianca explica que a mistura não é tóxica ou prejudicial aos animais. "O repelente ajuda por pouco tempo, tudo depende da infestação do local. 

Não adianta passar se o ambiente onde o animal vive está cheio de pulgas e carrapatos", diz.

O repelente também não vai matar esses parasitas. 

"O ideal é passar um produto que extermine definitivamente esses parasitas. 

O repelente só vai afastar o problema, não vai acabar com eles", recomenda o veterinário.

O repelente pode ser aplicado uma vez por dia no cão ou gato. Mas, tome cuidado ao aplicar próximo aos olhos e focinho. Também é importante aplicar o produto nos tapetes
móveis, 

nos espaços onde os  
animais dormem.

fonte:  g1

 

03/03/2016

melhores raças para trabalhar com rebanhos...conheça as 05 (cinco)





Cães: conheça as 5 melhores raças para trabalhar com rebanhos

Nossos melhores amigos mostram que são ótimos colegas de trabalho no manejo de gado bovino e ovino 
Eles agrupam, conduzem e não brincam na hora do serviço. Os cães de pastoreio têm ganhado cada vez mais espaço e se popularizado entre donos de rebanhos. Eles reúnem características que são muito úteis para o pecuarista: confiança, determinação, coragem, fidelidade e, principalmente, inteligência. Algumas raças chegam a liderar as atividades recebendo coordenadas à distância, por meio de apitos, e podem controlar grupos de bovinos e ovinos. 
O adestrador e criador de border collie do canil Boiadeiro, Cláudio Murilo da Silva, alerta que qualquer cão de pastoreio precisa contar com uma boa genética, ter aptidão e criação apropriada para que seja treinado. “Caso contrário, pode resultar em perda de tempo e dinheiro, pois não atinge o objetivo e apresenta baixo rendimento nos treinos”, diz. 
Para ele, a idade ideal para começar os treinamentos varia de animal para animal. “Um cão pode chegar a uma condição boa de treinamento entre 10 e 12 meses, mas dependerá da maturidade mental e física dele para a função.” Animais mais velhos também podem ser adestrados, desde que não tenham perdido o instinto de pastoreio, ressalta Silva. Outro passo importante durante a fase de treinamento é a formação de vínculo entre cachorro e dono.
Lembre-se de que, assim como qualquer outro trabalhador, o cão precisa descansar. Candido Coelho, criador e proprietário do canil Bocaina's Border, destaca que é preciso ter bom senso na hora de designar as tarefas para o animal. “O border collie e o kelpie têm muita energia, mas não demonstram quando estão cansados, continuam trabalhando”, alerta. Ele aconselha que o condutor dê cerca de 20 minutos entre as atividades para o cão repousar. 
Conheça agora as cinco raças de cachorro que atendem às diferentes necessidades do campo.
Border collie
Cláudio Murilo / Canil Boiadeiro
Considerado o cão mais inteligente do mundo, de acordo com a classificação do pesquisador americano Stanley Coren em seu livro A Inteligência dos Cães, o border collie chegou ao Brasil em 1994 e é uma das raças mais utilizadas para cuidar de rebanhos.  Ele tem um instinto arrebanhador, que agrupa e conduz o grupo de maneira calma e disciplinada. De acordo com Claudio Murilo da Silva, o cão tem esse poder por ser concentrado e ter um “olhar hipnótico” sobre o rebanho.
Segundo Silva, se bem treinando, o cachorro tem habilidade de conduzir grandes e pequenos rebanhos: “Ele é capaz de tomar decisões ou obedecer a comandos específicos, perto ou longe do dono, já que segue instruções dadas por meio de um apito e podem buscar um animal a 1 km de distância”.
Porém não é todo border collie que pode trabalhar no pastoreio, alerta Candido Coelho. O profissional afirma que é importante saber a origem do animal e checar se a genética é propícia para o trabalho. “Ele precisa se ligar ao rebanho, não latir e ter o olhar fixado.”
Australian kelpie
Wikimedia / Attribution Creative Commons
Os cães dessa raça se adaptam muito bem ao clima brasileiro e também têm um instinto arrebanhador. Eles são independentes, alertas e, de acordo com a Federação Internacional de Cinofilia (FCI na sigla em inglês), são também bastante leais ao dono e dedicados ao trabalho. 
Mas nem pense em confiná-lo em um espaço pequeno. O cão precisa de uma área grande para poder se exercitar e gastar a grande quantidade de energia que tem. Por conta disso, é ideal para cuidar de rebanhos. 
Pastor da Mantiqueira 
Cláudio Murilo / Canil Boiadeiro
Diferentemente das raças anteriores, esse pastor é classificado como um empurrador. O adestrador Claudio Murilo da Silva explica que esses cães não têm o instinto de arrebanhar, como o border collie e o australian kelpie. Empurradores fazem o rebanho se movimentar e têm a mania de morder, de leve, as patas dos animais para que isso aconteça. 
O criador Candido Coelho explica que o pastor da Mantiqueira se dá bem ao exercer suas atividades em parceria com outros trabalhadores, empurrando o gado enquanto o peão lidera o rebanho. 
Seus trabalhos são bastante úteis, por exemplo, para colocar os animais em caminhões de transporte e também direcioná-los na hora da vacinação. Silva afirma que o hábito de morder as patas dos animais tem o mesmo efeito que um chicote. “Acaba dando na mesma que ter mais um homem trabalhando”, diz.
Australian cattle dog ou “boiadeiro australiano”
Wikimedia / Attribution Creative Commons
Assim como o australian kelpie, o “boiadeiro australiano” é considerado um empurrador. Mas Marcela Del Picchia, proprietária do canil Gold Queen Farm, especializado na criação da raça, afirma que o cão consegue realizar qualquer tipo de trabalho. “Ele tem uma genética que possibilita o bom desempenho em atividades pastoris”, diz. 
Del Picchia descreve os cachorros como trabalhadores incansáveis e afirma que podem “trabalhar de 15 minutos até 16 horas”, porém sempre com intervalos para que possam descansar. 
O australian cattle dog também ganhou os apelidos de blue heeler ou red heeler, dependendo de sua cor, por mordiscar o calcanhar (heel, em inglês) dos animais para que eles se movimentem. A raça tende a criar uma forte ligação com o dono, é fiel e ágil. O adestrador Cláudio Silva avisa que, ao trabalhar com rebanho, ele precisa estar sempre acompanhado para exercer a função de forma satisfatória.
Pastor maremano abruzês
Wikimedia / Attribution Creative Commons
“A raça italiana desempenha a função de protetora do rebanho e chega a se considerar parte dele”, afirma Silva. Assim como as outras raças, o pastor maremano abruzês precisa ter uma boa genética para desempenhar o trabalho, aconselha Candido Coelho.
Ele explica que o cão precisa ser condicionado desde pequeno a se sentir parte do rebanho, já que trabalha puramente pelo instinto. “Quando filhote, ele é colocado para conviver com cabritos, por exemplo. É importante que não conviva muito com humanos para que não seja distraído de sua função.” 

fonte:canalrural



02/03/2016

Cachorro x Condomínio / Conforme o dito popular, "desconfie de quem não gosta de cachorro, pois coisa boa não é"





▼Sobre esta , matéria, foi encontrado material em: uj.novaprolink.com.br/forum/3/discussao/19802/cachorro_x_condominio




Forum > Direito Civil (Geral) > 
Cachorro x Condomínio

kênnia 
Postado emsegunda-feira, 22 de junho, 2009
"Tenho um poode há 4 anos e depois que mudei para um condomínio, há duas semanas, já recebi uma carta da Adm. do condomínio relatando as reclamações de vários vizinhos: "... latidos constantes e inssuportáveis e mal cheiro inssuportável no corredor..." e se no prazo de 5 dias nao houvesse adaptações eu seria multada. Fui à administradora para esclarecer o ocorrido.
1: duas semanas não é tempo suficiente para adaptação de um animal. Sem considerar que a primeira reclamação foi no segundo dia apos a mudança.
2: os latidos são altos, não queremos causar danos, mas nehuma lei impede o direito irrevogável do animal latir 
3: os latidos sempre acontecem quando o animal fica sozinho e nunca ocorreu entre as 22:00 as 08:00 nao contrariando a Lei do silêncio
4: Para ser prejudicial teria que atindir 85 decibéis, nesse caso, solicitaria a vinda de um perito para mensurar quantos decibeis meu cachorro atinge ao latir e se a frquência juntamente com o volume seria danoso ao aparelho auditivo do meu vizinho
5: O cheiro insuportável no corredor é até hilário se levar em consideração que meu cachorro nao faz as necessidades no apartamento, visto que saimos com o animal pelo menos 3 vezes ao dia, além de tomar banho de 15 em 15 dias. Mas para que eu fosse punida por isso solicitaria a vinda de um representante da administradora, neutro, que não resida no condominio, para que verificasse a existência de um suposto mal cheiro.
6: Não foi feita nehuma infração das leis que constam no regime interno do condominio, que se referem aos ambientes comuns do condominio, lei do silêncio e porte do animal.
7. animal faz parte do tratamento contra depressão profunda da minha mãe, logo não ha a possibilidade de desfazer do mesmo.
8: Lei Federal 4.591/64 art. 19
9: Lei Federal art 5 "

"Depois de todos esses pontos, teria como impedirem a permanência do meu cachorro no meu apartamento???
Relatar Conteúdo Impróprio"

...


Rinaldo postado emquinta-feira, 03 de fevereiro, 2011 Em São Paulo, a Lei 10.309 (art.17) de 22/04/87 determina: "A manutenção de animais em edifícios condominiais será regulamentada pelas respectivas convenções". Porém, a Lei Federal 4.591/64, em seu artigo 19, diz: "cada condômino tem o direito de usar e fruir com exclusividade de sua unidade autônoma, segundo suas conveniências e interesses, condicionadas umas às outras às normas de boa vizinhança". 
Traduzindo em miúdos, todo dono de animal tem o direito de ficar com ele em seu apartamento, desde que isso não ultrapasse os limites da boa convivência. "Se o animal está com o dono há mais de um ano, é direito adquirido. Tanto a Constituição quanto o Código Civil garantem o direito de propriedade. O que não se pode discutir é a autoridade dos condomínios em legislar sobre as áreas coletivas. O condomínio pode proibir um cãozinho de passear nos jardins do prédio, ou de andar no elevador (com certos limites), mas não de morar com seus donos.


Conforme o dito popular, "desconfie de quem não gosta de cachorro, pois coisa boa não é"


Cachorro é um ótimo remédio para alma, um ótimo antídoto para falta de amor, para falta de carinho e falta de amigos. 
Não quero obrigar ninguém a gostar de cachorros, mesmo pq existem milhões de animais que podem substituí-los, cada um merece o bicho que tem, tenho um amigo/cachorro e sou muito feliz. Para quem não gosta de cachorro sugiro, uma cobra , um porco , um morcego etc... uma tartaruga tb é uma boa sugestão pois não faz barulho, não cheira mal, e não precisa ser cuidada;Kennia, parabéns pelo amor do seu poodle , jamais o abandone e nunca o deixe longe da sua mãe!!!
QUANTO MAIS CONHEÇO AS PESSOAS, MAIS GOSTO DO MEU CACHORRO!!!

Alex Pereira postado em sábado, 12 de fevereiro, 2011
"Prezada Kênia, quero lhe sugerir que faça uso da coleira anti-latido que é inofensível ao animal."
Patricia postado emquarta-feira, 26 de outubro, 2011
Gostaria de informações acerca da seguinte situação pela a qual estou passando. Acabei de comprar uma cocker, que tem 60 dias, a noite ela não chora/late, pois dorme comigo porém sei que late quando fica sozinha, o que é extremamente natural em um filhote. A questão é que ela não passa muito tempo sozinha, pois atualmente não estou trabalhando com isso, ela não fica sozinha por um período superior a 3 horas, isso acontece uma vez por semana, no dia que tenho aula de inglês, saio de casa às 09h e retorno ao meio dia. Geralmente quando retorno, ela não está mais latindo e sim brincando com minha gatinha.No prédio tem mais cachorros e ao lado uma escola, onde, com toda a certeza, as crianças gritam por mais tempo que minha pet.O que acontece é que a vizinha vem reclamando no livro do condomínio constantemente, que minha cachorrinha late por longos períodos sem interrupção, onde parece que querem aplicar multa.Isso pode acontecer? Pois o regimento do condomínio cita a lei do silêncio que é das 22h às 7h e neste período, não há latidos. Que medidas posso tomar para defender minha peluda, afinal, ela late porque é o que sabe fazer. Acredito que está faltando a compreensão de que é um filhote e está em adaptação, logo isso é provisório.desde já agradeço pela atenção.Patricia


Patricia postado emquarta-feira, 26 de outubro, 2011
Gostaria de informações acerca da seguinte situação pela a qual estou passando. Acabei de comprar uma cocker, que tem 60 dias, a noite ela não chora/late, pois dorme comigo porém sei que late quando fica sozinha, o que é extremamente natural em um filhote. A questão é que ela não passa muito tempo sozinha, pois atualmente não estou trabalhando com isso, ela não fica sozinha por um período superior a 3 horas, isso acontece uma vez por semana, no dia que tenho aula de inglês, saio de casa às 09h e retorno ao meio dia. Geralmente quando retorno, ela não está mais latindo e sim brincando com minha gatinha.No prédio tem mais cachorros e ao lado uma escola, onde, com toda a certeza, as crianças gritam por mais tempo que minha pet.O que acontece é que a vizinha vem reclamando no livro do condomínio constantemente, que minha cachorrinha late por longos períodos sem interrupção, onde parece que querem aplicar multa.Isso pode acontecer? Pois o regimento do condomínio cita a lei do silêncio que é das 22h às 7h e neste período, não há latidos. Que medidas posso tomar para defender minha peluda, afinal, ela late porque é o que sabe fazer. Acredito que está faltando a compreensão de que é um filhote e está em adaptação, logo isso é provisório.desde já agradeço pela atenção.Patricia"



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